Ir direto para menu de acessibilidade.
Início do conteúdo da página
Institucional

Acervo

Publicado: Quarta, 30 de Março de 2016, 16h29 | Última atualização em Sexta, 23 de Junho de 2017, 09h21 | Acessos: 10120

O Arquivo Nacional conserva, na sede, no Rio de Janeiro e em sua Coordenação Regional no Distrito Federal, mais de 55 quilômetros de documentos textuais, cerca de 1,74 milhão de fotografias e negativos, 200 álbuns fotográficos, 15 mil diapositivos, 4 mil caricaturas e charges, 3 mil cartazes, mil cartões postais, 300 desenhos, 300 gravuras e 20 mil ilustrações, além de mapas, filmes, registros sonoros e uma coleção de livros raros que supera 8 mil títulos.
A documentação textual, proveniente dos poderes Executivo, Judiciário e Legislativo federais, inclui coleções privadas. A correspondência e a legislação originadas em todo o império ultramarino português, os arquivos trazidos com a corte de d. João VI em 1808, entre tantos outros, descrevem o início da sociedade brasileira. Com a ruptura do vínculo colonial, a formação do Estado imperial pode ser conhecida por meio dos documentos gerados pelos ministérios e pelos órgãos judiciários, além dos originais da Constituição de 1824 e da Lei Áurea.

Nos conjuntos produzidos pelo regime republicano, destacam-se registros de entrada de imigrantes, patentes de inventos, livros de registro civil, processos de pretorias cíveis e criminais, projetos de urbanização e obras de saneamento referentes aos primeiros anos do século XX. Exemplares das constituições, a partir de 1891, processos do Tribunal de Segurança Nacional, relatórios dos órgãos de censura, documentos de entidades que compunham o aparato de repressão às lutas políticas e de diversas outras instituições governamentais refletem a formação do Brasil contemporâneo e aspectos relevantes da história recente do país. Além dos documentos provenientes dos órgãos de informação e contrainformação do regime militar, são fundamentais os arquivos particulares e de entidades privadas, entre eles os de Floriano Peixoto, Afonso Pena, Góes Monteiro, San Tiago Dantas, João Goulart e Instituto de Pesquisa e Estudos Sociais – IPES.

Composta por mapas, plantas e cartas náuticas, a documentação cartográfica reúne mais de 44 mil títulos sobre as características geográficas de diversas regiões do mundo e do território brasileiro do século XVIII ao XX. Referentes ao Brasil, destacam-se os projetos de urbanismo e infraestrutura, como ferrovias, linhas telegráficas, portos, açudes, canalização de rios e sistemas de abastecimento de água.
A documentação audiovisual tem seu marco inicial na década de 1860, coincidindo com a expansão da fotografia. Do universo de imagens produzidas por importantes fotógrafos brasileiros e estrangeiros que atuaram no Brasil e no exterior, sobressaem os arquivos da Agência Nacional (1930-1979), do jornal Correio da Manhã (1901-1974) e da família Ferrez (1839-2000), bem como registros privados da Coleção de Fotografias Avulsas.
O acervo sonoro abrange o período de 1902 a 1990 e é composto por mais de 11 mil itens, entre discos e fitas de áudio dos fundos Agência Nacional, Presidência da República, Rádio Mayrink Veiga, Humberto Franceschi, Rádio Jornal do Brasil, Casa Edison e Serviço de Censura de Diversões Públicas, além de coleções de música erudita e popular.

O conjunto de imagens em movimento possui expressivos registros da história e da cultura brasileira. São 33 mil títulos, perfazendo um total de 124 mil rolos de película cinematográfica e 4 mil fitas videomagnéticas. Fazem parte desse acervo cinejornais, documentários, obras de ficção, filmes publicitários, familiares e recortes de filmes que foram alvo da censura, oriundos da Agência Nacional, da Divisão de Censura de Diversões Públicas, da TV Tupi e da Comissão Nacional de Energia Nuclear, entre outros fundos e coleções.

Fim do conteúdo da página